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Showing posts from April, 2011
Poemas de Amor del Libro Arde de Julio Almada

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Fiapos

Meu coração tem dorso de pedra
Navegou águas para esconder-se
Esfrega com frio os olhos de relva
Afogado em sua própria sede.

Meu coração tem falta de nome
Incrédulo por insólito
Sonoro por silencioso
Amante por inconforme.

Meu coração não tem coração
Partiu em suas viagens
Recorrente em busca de
Dissolveu-se.

Julio Almada
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Mergulho

“As mulheres começam por resistir aos avanços de um homem e terminam por bloquear a sua retirada”
Oscar Wilde

Medo estranho. Estranho sim. Diferente. Incomum. Suspeito que os medos apesar de freqüentes e íntimos e viscerais não pertencem à categoria das coisas comuns. Gosto de dicionários, vejamos o que um deles me diz: Comum adj. 1.Pertencente a todos ou a muitos. 2.Habitual, costumeiro. 3. Banal,Trivial. – O dicionário estava aberto e percorri sem medo, isto é importante, as muitas páginas que distanciam comum de medo naquele livro e, depois de ler a definição de medo ali contida, digo, é maior a distância dos dois no dicionário do que no correr dos dias – Medo sm. Sentimento de inquietação ante a vivência de uma ameaça real ou imaginária; receio, temor. Imaginária ou imaginário, mais perto de medo no dicionário do que comum, digo, do que a palavra comum. Imaginário adj 1. Que existe apenas na imaginação; ilusório......

Estranho: Povoando por primeira vez o escuro espaço d…