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Showing posts from August, 2009
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Sem palavras
Não há quadros imóveis para o olhar selvagem E o teu olho me invade cavando lembranças O silêncio inventado de nosso encontro É o doce espanto do fim das palavras Vestidas de novo de alvoroço... Minha agonia é um novo dizer Do que mesmo falado Prende as palavras. As águas rasas nos banharam.
Julio Almada do Livro Hora Tenaz
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Mergulho

“As mulheres começam por resistir aos avanços de um homem e terminam por bloquear a sua retirada”
Oscar Wilde

Medo estranho. Estranho sim. Diferente. Incomum. Suspeito que os medos apesar de freqüentes e íntimos e viscerais não pertencem à categoria das coisas comuns. Gosto de dicionários, vejamos o que um deles me diz: Comum adj. 1.Pertencente a todos ou a muitos. 2.Habitual, costumeiro. 3. Banal,Trivial. – O dicionário estava aberto e percorri sem medo, isto é importante, as muitas páginas que distanciam comum de medo naquele livro e, depois de ler a definição de medo ali contida, digo, é maior a distância dos dois no dicionário do que no correr dos dias – Medo sm. Sentimento de inquietação ante a vivência de uma ameaça real ou imaginária; receio, temor. Imaginária ou imaginário, mais perto de medo no dicionário do que comum, digo, do que a palavra comum. Imaginário adj 1. Que existe apenas na imaginação; ilusório......

Estranho: Povoando por primeira vez o escuro espaço de meu…

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Caros Amigos
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Um Grande Abraço
Julio Almada