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Showing posts from September, 2009
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www.poemas-mal-ditos.blogspot.com
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Em tempo

Antes de esfacelar o lençol.
Antes de quebrar o torniquete.
Antes de mim...
Antes: Nós dois.
Ante os nós
Um só
Refletido olhar
Sem nó.


Julio Almada do Livro Hora Tenaz
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Olhos Abertos

Minha casa é feita de vento
É feita de não ser minha.
A vida que há por dentro
É feita de ser sozinha.
Julio Almada Do Livro Hora Tenaz
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Hay que Honduras Ser sin perder Zelaya, No Más!!!
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Agora ando à procura da Mulher Almada
pois achei minha alma gêmea e
ela não tinha alma nem coração!
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À Procura da Mulher Almada!
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Novelos e gatos

Fatos, não são, brincadeiras.
As brincadeiras, outros atos.
No, artefato das asneiras,
Um sonoro, quebrar de pratos.

Novelos, não são, gatos.
Ainda que, enredados,
Parecem, eu diria, mosaicos,
Suas brincadeiras, já são fatos.


Te vejo, observar-me.
Por quanto tempo, ainda,
Estarei eu, a enredar-me,
Na dúvida, que tomo como minha?

Julio Almada, Instantâneo Enlace
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Andei conversando com uma amiga sobre os títulos nos poemas e, pude lembrar de textos reunidos em um livro que originalmente devia chamar-se Pode reunir-se e por uma minuciosa tarefa de chamar com mais cuidado(é sobre isso que estamos falando, não é?), teve seu nome alterado para instantâneo enlace.Poemas perdidos por conta própria, dos meus 16 até os 18 e alguns escritos depois para reuní-los, conversando sobre sua identidade no diverso. Como está lá na apresentação: Um Enlace é o encontro, do que só existe, para encontrar- se.O Instantâneo é a vitória sobre o tempo.

Só o Instantâneo existe
O permanente instante.














Um Poema do Livro:

Talvez eu não mais a encontre



Talvez eu não mais a encontre
e seja desta forma o tempo nosso açoite.
Esvaziada a ampulheta tida como minha
e a tua ainda siga respirando outros caminhos.
Quem sabe a partida ou o esvaziar não seja linha
um círculo enredado em nossa forma de avistar os dias.
quem sabe eu queira um recomeço e lance as mãos para
contar o tempo com o invers…
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Sapocidio

A dama ameaça o rei.
A chuva prende os soldados.
Concentro no alcool, eu sei,
E a música liberta condenados.

Daqui parto para outro mundo
Portal dos portais, suado balcão:
Olhos de um prisma profundo
A luz flerta com o som.

Vim para beber a semana
O caldo de vida com os amigos
É sagrada essa lida profana

Prazer é servir aos sentidos
O melhor da carne humana,
Aos olhos: inocentes, não: proibidos.

Julio Almada, Poemas Mal_Ditos






Pedido

“E ninguém é eu, e ninguém é você. Esta é a solidão.”
(Clarice Lispector)

Venha me ver. Venha livrar-me da sina de perder-me no mundo e não gostar nada: disso.

Julio Almada do Livro Caderno de Ontem