Esperança

Que mundo de sombras este,
Onde a penumbra
Nos cobra favores.
Onde o anônimo
Nos traz dissabores.
Onde quem cala,
Nos fere com a alma,
Não comprometida.
E que depois de tanto, porém,
Sempre há o modo certo
De calar as cicatrizes.

Julio Almada, Instantâneo Enlace

Comments

marcia szajnbok said…
bom, muito bonito este!

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